10 Sites que Aceitam Bitcoin como Pagamento (Brasil e ...

O Bitcoin (Brasil)

O [bitcoin](http://en.wikipedia.org/wiki/Bitcoin) ([2009, paper técnico](https://bitcoin.org/bitcoin.pdf)) funciona principalmente como um dinheiro digital. Com aceitação mundial (Dell, Microsoft, Overstock etc.) o bitcoin tem características que faz dele uma excelente forma de armazenamento e transferência de valor. > “**[Bitcoin] é a Internet do dinheiro**; não é apenas um dinheiro para a Internet. [...]” *Andreas Antonopoulos*
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/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

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Brasília ganha loja física de Bitcoin SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa com lojas físicas do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou seu segundo estabelecimento no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
O que é
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica.
A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Como investir em Bitcoins e por quê? Veja no Fórum do TechTudo.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são milionários.
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Compra de gift cards com bitcoin

Loja virtual gringa especialista que aceita bitcoin como principal pagamento, na loja vendem gift cards de varias empresas.. play store, ebay, amazon entre outros cards, a loja esta analisada como uma das melhores lojas de gift que aceitam o bitcoin no momento.. a loja tambem aceitam paypal so que o forte é a moeda virtual, por ser uma loja gringa tambem tem muitas funcionalidades para o brasil tambem que no caso algums gift tem opções de utilização brasileira por exemplo para o saldo ebay do gift card você pode estar comprar em diversos paises no site com o saldo comprando coisas brasileiras com cotações de dolar.
Site: https://gyft.com/
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GLOBO.com Brasília ganha loja física de Bitcoin; SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou sua segunda loja física no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica. A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são hoje milionários.
FONTE GLOBO.COM
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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Mapa virtual mostra total de transações de bitcoin em tempo real

O 'Realtime Bitcoin Globe' oferece um novo modo de monitorar as transações para quem possui interesse na moeda virtual. A página tem um grande mapa em forma de globo que mostra, em tempo real, compras e vendas recentes com detalhes sobre a quantidade e localização das carteiras digitais.
A página foi desenvolvida por Mike van Rossum, estudante holandês que usou o WebGL Globe para fazer a versão virtual da Terra, que se movimenta de acordo com o local onde são realizadas as transações. Rossum pegou o banco de dados do BlockChain como base e fez tudo se unir em um só local com o projeto open-source chamado GitHub.
Com a junção de todas estas tecnologias, ele criou um globo virtual que mostra, a cada 0.3 segundos, quadradinhos laranjas indicando negociações que foram feitas utilizando bitcoins e os locais onde foram realizadas. Além disso, a cada dez minutos, todas estas negociações são agrupadas em blocos, que também aparecem no mapa.
Como navegar?
A navegação é automática e em tempo real. A câmera vai girando e se aproximando do local onde foi realizada a transação mais recente. Caso aconteça uma no Brasil, usando, por exemplo, o caixa eletrônico de bitcoin, o mapa mostrará um bloco no país com os detalhes públicos da negociação eletrônica.
Do lado esquerdo, é possível ver o valor de bitcoins negociados, o número de transações e a quantidade de blocos gerados. Já no lado direito ficam os dados específicos da última negociação, como valor e localização. O mapa de bitcoin, conforme a natureza anônima da moeda virtual, não revela o autor da compra ou da venda.
No Bitcoin Fórum, há um tópico com usuários da moeda virtual trocando ideias sobre como usá-las no Brasil, e informando lojas que aceitam pagamentos com elas. Ainda falta um pouco para elas se popularizem mais no Brasil. Os números de usuários e a quantidade de transações ainda parecem ser pequenos no país.
O 'Realtime Bitcoin Globe' pode ser acessado no endereço http://blocks.wizb.it
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Pinhão e Koiffman leva o tema dos Bitcoins no VI Congresso Internacional de Direito Eletrônico

Escritório de advocacia de São Paulo especializado em tecnologia elabora pôster para abrir discussões sobre o tema Os Bitcoins, dinheiro eletrônico sem fronteiras que ainda não é regulamentado no Brasil, tem uma cotação muito volátil (valendo R$ 897.34 no dia 24/10/2014) Países como Rússia e China proibiram sua utilização, enquanto no Brasil ele já é aceito em diversos estabelecimentos, de lojas físicas a clínicas de cirurgia plástica.
A advogada Luiza Balthazar, do escritório de advocacia Pinhão e Koiffman Advogados, especializado em direito de tecnologia, levará ao VI Congresso Internacional de Direito Eletrônico (dias 5, 6 e 7 de novembro em Petrópolis/RJ) um pôster sobre os Bitcoins para abrir ricas discussões acerca do tema. O pôster fica à disposição de todos os participantes, com atenção 100% da advogada que atenderá dúvidas e debaterá o assunto com outros colegas.
Nascido após a crise de 2008, o Bitcoin, dinheiro sem fronteiras e sem regulamentação de banco central, utiliza conceitos de redes P2P (peertopeer). Bitcoins podem ser enviados pela internet, diretamente de uma pessoa para outra sem passar por bancos ou intermediários. Apontados por muitos como aforma mais eficiente de pagar despesas internacionais ou enviar dinheiro, o Bitcoin, desde sua criação, teve alta valorização e apresenta baixo custo de transação. Porém, é uma moeda que não é fiscalizada pelo governo, tem valor instável e não deixa rastro.Para entender a natureza e avaliação de valor do Bitcoin, é preciso encará-lo como uma commodity – como, por exemplo, um metal precioso. Pode ser adquirido na internet ou em caixas eletrônicos e trocados por diversas moedas.
No Brasil, cada vez mais estabelecimentos físicos e virtuais aceitam Bitcoins como forma de pagamento. São bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica e loja de produtos para bebês. Por essa razão é que começam a surgir questionamentos sobre a regulamentação dessa moeda. Efeitos jurídicos Por não ser uma moeda oficial, o Bitcoin levanta questionamentos em diversas esferas do direito. Na esfera tributária, como ficam aincidência de IR? E o ganho de capital? Como é tratada a sua propriedade? Em contratos, ele pode ser usado como forma de pagamento? Em uma sociedade, um sócio pode entrar com Bitcoins? Na esfera trabalhista seria possível utilizar Bitcoin como parte da remuneração? E quanto ao direito do consumidor? Ele permite a estipulação de preços em Bitcoins? “São questões que pedem e merecem um bom debate”, diz Luiza, preparada para as dúvidas que surgirão no evento.
Sobre Pinhão e Koiffman Advogados Há 12 anos no mercado, o Pinhão e Koiffman Advogados atua em diversas áreas do direito empresarial, desde a área tributária, trabalhista até direito internacional. Hoje, o escritório é referência em tecnologia da informação, telecomunicações e inovação, solucionando questões relacionadas à tecnologia para as mais variadas empresas do país e do exterior – tanto consolidadas, quanto start-ups. Com clientes como grandes operadoras de telefonia, uma das maiores de softwares do mundo, aceleradoras, start-ups e provedores de internet, uma das missões do Pinhão e Koiffman é colaborar para a formatação de melhores práticas de um mercado em constante evolução tecnológica. www.pk.adv.br
Fonte maxpressnet
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O Bitcoin entra na real *Valor Econômico*

A ideia de romper fronteiras entre o mundo digital e o físico permeia enredos de ficção científica há décadas. Mas e se o mundo real começar, de verdade, a ficar mais virtual? É uma façanha que, parece, o bitcoin (BTC) tem conseguido levar adiante, mesmo após as turbulências dos últimos meses, que colocam em xeque o futuro do dinheiro virtual.
O Brasil já conta com 51 estabelecimentos, entre bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica, que, além de reais, recebem também dinheiro virtual. Em um mês esse número quase dobrou: em fevereiro, segundo o serviço CoinMap, que mapeia os lugares nos quais se pode usar BTC como pagamento, o país contava com 27 pontos.
Na América Latina, o Brasil não é o maior mercado. A Argentina exibe 107 estabelecimentos. E, no mundo todo, já são 3,6 mil, de acordo com o CoinMap, o que representa um crescimento de 38% em relação a fevereiro.
De acordo com estimativas da "exchange" brasileira BitInvest, que faz a intermediação de troca de reais por bitcoins, o mercado doméstico já movimenta R$ 20 milhões por mês, em cerca de 400 mil transações. "A maior parte dos negócios se concentra nas exchanges, mas há ainda negociações diretas entre usuários", afirma Flavio Prippas, sócio da BitInvest, que tem no currículo passagem pelo banco americano JP Morgan, como diretor de tecnologia.
Ainda concentrado, o mercado brasileiro conta com três principais exchanges. A mais antiga do país, o Mercado Bitcoin, existe desde 2011 e movimenta sozinha R$ 8 milhões por mês, segundo Rodrigo Batista, sócio da casa de câmbio digital e ex-executivo do banco americano Morgan Stanley. "A imensa maioria dos clientes faz investimentos pequenos, entre R$ 500 e R$ 1.000", diz.
O crescimento do interesse pelo bitcoin ganhou impulso, principalmente, após declaração do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, que foi vista pelo mercado como uma espécie de benção cautelosa ao sistema. Ainda no cargo, Bernanke chamou as "moedas virtuais", como classificou essas inovações, de "uma promessa de longo prazo".
A opinião do comandante da autoridade monetária dos EUA, divulgada em novembro de 2013, deflagrou uma espécie de corrida especulativa ao ouro digital, que levou o bitcoin a acumular valorização de mais de 5.000% no ano passado.
A alta alavancada pela especulação colocou os bitcoins no radar de investidores e de um número crescente de empresas, que passaram a aceitar o dinheiro virtual como alternativa de recebimento por serviços ou produtos. Especialistas, no entanto, alertam para os riscos embutidos nesse tipo de operação. "Ninguém consegue dizer qual valor real o bitcoin vai ter no futuro. Não há nenhuma base", resume o professor de finanças do Insper, Michel Viriato.
A visibilidade acabou expondo a face perigosa da moeda digital, que não tem supervisão de nenhum banco central ou ainda distribuição controlada. A valorização atraiu a atenção de cyber criminosos, que levaram ao fechamento em 25 de fevereiro da maior bolsa de negociações mundial de bitcoins, a japonesa MTGox, que gerou prejuízo de quase US$ 500 milhões e a perda de 750 mil bitcoins. Outro baque veio com o encerramento da canadense Flexcoin, em 4 de março, após um roubo de 896 bitcoins ou US$ 600 mil.
Os problemas trouxeram à tona os riscos de um mercado não regulado, sujeito a manipulação e com brechas de segurança, ameaçando o futuro do dinheiro virtual. Autoridades no mundo todo, inclusive o banco central brasileiro, já alertaram que estão de olho na evolução do uso dessas moedas, apesar de minimizarem o risco que representam ao sistema financeiro (leia mais na página D3). Ainda assim, o Bitcoin continua a ganhar adeptos no mundo real. E não apenas pessoas físicas, mas cada vez mais empresas passam a usar a moeda digital.
Desde janeiro, a loja paulistana Pallas, que vende roupas íntimas e de ginástica femininas, recebe pagamentos em bitcoins. Segundo Abelardo Bias Sobrinho, sócio do empreendimento, a opção pela moeda digital surgiu por dois motivos distintos. "Com o bitcoin podemos escapar das taxas de bancos e das operadoras de cartão de crédito e débito. Também tem a questão da segurança, porque somos um ponto de rua e já fomos assaltados, e dinheiro em papel é mais fácil ser roubado", afirma.
Apesar de oferecer há três meses a opção de pagamento, a loja ainda não recebeu nenhum pagamento com o dinheiro virtual. "Temos recebido muitas consultas, mas quem tem carteira com bitcoins prefere segurar de olho na valorização nos últimos meses", diz o sócio da Pallas.
Um dos primeiros estabelecimentos a aceitar bitcoins no país, o bar e oficina de bicicletas Las Magrelas, de São Paulo, já recebeu sete pagamentos na moeda digital. "A gente começou a aceitar a moeda digital em junho do ano passado. Foi uma maneira de driblar a taxação das instituições financeiras e também de atrair um público mais ligado à tecnologia", afirma Rafael Rodo, sócio do empreendimento.
A pousada Kyrios, em São Sebastião, no litoral norte paulista, já conta um ano desde que passou a aceitar o bitcoin. De acordo com Maria Fátima Regina de Moura, dona da hospedagem, "as consultas para estadias com pagamento em moeda digital aumentaram muito a partir do fim do ano passado". Hoje representam 5% dos pedidos por informações de reservas. Como a volatilidade do bitcoin é muito alta, a pousada optou por converter o valor da diária em dólares e depois em BTC, de acordo com a cotação do dia.
Novata no território das moedas digitais, a clínica estética Renova Pele, de Jundiaí, no interior de São Paulo, aderiu ao bitcoin há pouco mais de duas semanas. Paulo Martin, 40 anos, cirurgião plástico associado ao estabelecimento, conta que a valorização do dinheiro virtual no fim de 2013 foi decisiva para sua aceitação como meio de pagamento. "A moeda já subiu muito de valor e esperamos que tenha atingido um patamar mais sólido para as pessoas poderem usar como forma de pagamento", diz. Segundo o profissional, qualquer serviço da clínica pode ser pago com bitcoin, até mesmo cirurgias plásticas e aplicações de botox.
A ligação de Martin com a moeda virtual vai além do lado profissional. "Estou comprando e guardando bitcoins numa carteira virtual como investimento", conta o cirurgião, que começou a aplicar em BTC em novembro. "Já consegui um bom ganho", diz, sem revelar a valorização.
Embora a possibilidade de valorização seja sedutora, há usuários que veem outros atrativos na moeda digital. O empresário Marco Gomes, 27 anos, declara-se um entusiasta do bitcoin. "Já fiz micropagamento de conteúdo de centavos de dólar em sites americanos e até doações para ONGs internacionais sem pagar nenhuma taxa de cartão", conta. Embora reconheça a possibilidade de ganho com valorização, Gomes não recomenda a aquisição de bitcoins como investimento. "Para mim o valor está no uso em transferências internacionais, como meio de pagamento e micropagamentos."
Já o professor de inglês Leandro Torricelli, de 28 anos, que montou uma carteira de bitcoins no fim de 2013, tem uma meta específica para o uso da moeda digital. "Quero guardar para uma viagem à Europa porque o exterior tem muitos lugares que aceitam. Para quem gosta de viajar é ótimo, porque não precisar fazer câmbio e pode pagar diretamente sem ter de converter o dinheiro", diz.
Fonte Valor Economico
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Bitcoin sofre revés na China mas cresce no Brasil, dizem analistas

A moeda virtual bitcoin, que pretende inaugurar um novo tempo no mercado financeiro mundial, sofreu neste domingo um duro revés. Duas das maiores bolsas de bitcoin da China disseram que suas contas em alguns bancos do país serão fechadas pelas instituições na semana que vem. Diferentemente do dinheiro convencional, o bitcoin é gerado por computadores e não é apoiado por nenhum banco central ou governo, nem lastreado em ativos físicos.
A Huobi.com disse em um comunicado publicado em seu site que o Banco Industrial e Comercial da China fechará suas contas em 18 de abril. No entanto, acrescentou que as contas em outros bancos até agora não foram afetadas. A rival BTC Trade disse em seu site que a divisão da cidade de Hangzhou do Banco de Agricultura da China irá congelar todas as carteiras de bitcoin em 15 de abril. As bolsas não informaram as razões para o encerramento. Representantes dos bancos não estavam imediatamente disponíveis para comentar. Espaço no Brasil
Ao contrário da China, o bitcoin tenta ganhar espaço no Brasil como meio de pagamento, e bolsas que negociam a moeda virtual aproximam-se de varejistas do país oferecendo serviços com taxas inferiores às cobradas pelas empresas de cartão de crédito e débito. Criado em 2008 e independente de qualquer autoridade central, o bitcoin é uma moeda digital critptografada, cuja cotação girou em torno de R$ 1,1 mil nas últimas semanas.
Estima-se que atualmente o bitcoin movimente mais de US$ 240 milhões por mês na maior bolsa do mundo, a BitStamp, com sede na Eslovênia. No Brasil, a maior bolsa da moeda virtual, Mercado Bitcoin, movimenta o equivalente a R$ 10 milhões mensais. Adotada mais frequentemente como uma nova forma de investimento ou para remessas de recursos ao exterior – principalmente por profissionais da área de tecnologia e do mercado financeiro –, o bitcoin é negociado por ao menos quatro bolsas no Brasil: Mercado Bitcoin, Bitcoin To You, Usecryptos e Bitinvest.
Algumas delas, como o Bitcoin To You, estão iniciando conversas com grandes varejistas no Brasil para convencê-los a aceitar a moeda virtual e, com isso, economizar em taxas de transações, que chegam a 2,5% no caso do bitcoin ante 6% no caso das credenciadoras de cartões de crédito. Mesmo não sendo um meio de pagamento regulado, existem atualmente pelo menos 50 lojas e estabelecimentos de pequeno e médio portes que já aceitam bitcoins no Brasil, segundo sócios das principais bolsas. Na cidade de São Paulo, pelo menos dois bares já estão aceitando pagamento com a moeda digital.
Criada em julho do ano passado, a Bitcoin To You movimenta R$ 1 milhão por mês em moeda virtual, tendo 5 mil usuários registrados.
– Por enquanto, o bitcoin é usado mais como investimento. Mas esperamos que em pouco tempo a balança seja mais favorável para o lado do comércio, que é uma tendência mundial – disse Horta.
FONTE orreiodobrasil.com.b
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Bitcoin: descubra 5 coisas que você pode comprar usando a moeda e não sabia

Nos mochilões do futuro, talvez não seja preciso fazer o câmbio para cada país que você visitar. Ao redor do globo, cada vez mais estabelecimentos começam a aceitar a moeda virtual Bitcoin como forma de pagamento pelos serviços. O Bitcoin começou na Deepweb, o submundo na internet, por ser uma moeda descentralizada e independente de outros sistemas monetários, mas hoje já é usada em serviços da 'surface' web, essa em que eu e você estamos agora. Mais recentemente, especialistas apontaram o Bitcoin como uma inovação sem precedentes para a economia mundial.
Já falamos na GALILEU sobre esse pub londrino que aceita pagamento através de Bitcoin. A lista completa de serviços e produtos que são 'amigos' do Bitcoin no mundo todo passa por restaurantes, bares, cafés, hotéis, galerias de arte, assessoria jurídica, lojas de roupas e até universidades. Veja onde você pode gastar suas possíveis economias em Bitcoin, no Brasil e no mundo:
Para comprar discos Long Player, em Berlim Na mesma rua do Room 77, você pode ligar o modo nostalgia e comprar vinis na Long Player.
Para tomar um bom café e comer uma boa fatia de bolo Planet Linux Caffe, na Flórida. Um ponto de encontro para entusiastas de software open source que também serve, por acaso, um dos melhores cafés da região.
Para tomar cerveja Room 77, em Berlim (foto) Em Kreuzberg, em Berlim, o Room 77 é só um dos vários lugares que aceitam Bitcoin na hora de pagar pelo hambúrguer (as fritas que acompanham são caseiras e ótimas) e pela cerveja. Como a maioria dos bares de Kreuzberg, ele é despretensioso e barato.
Para pegar um taxi Eurotaxi, na Galicia, Espanha E eles mandam informar: as tarifas são iguais a de um taxi normal.
Para se hospedar na praia Pousada Kyrios, São Sebastião, SP Apesar de ainda serem poucos os lugares físicos no Brasil que aceitam Bitcoin, um deles é essa pousada no litoral de São Paulo.
Use os links ao lado para comprar Bitcoins
fonte Revista Galileu
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Lojas Que Aceitam Bitcoin no Brasil - YouTube Bancryp - O primeiro shopping do Brasil a aceitar Bitcoin Caixa eletrônico de bitcoin chega ao Brasil PAÍSES QUE ACEITAM BITCOIN Top 10 Sites do Brasil que Aceitam PayPal - YouTube

Você quer saber quais são as lojas pelo Brasil que aceitam Bitcoins? Temos uma ótima dica para você, o Blog: que é mantido pelo Daniel Fraga e sempre atualizado! O Blog não conta somente com empresas, mas também serviços e até produtos de vendedores que aceitam bitcoin. Se você tem uma empresa, presta algum serviço ou está vendendo algum produto e aceita bitcoins como pagamento ... Sim já existem diversas e lojas e serviços online que aceitam pagamentos com o Bitcoin. E se você possui algumas moedas e pretende gastá-las de forma direta, chegou ao lugar certo, neste post vamos apresentar algumas boas opções de sites que aceitam Bitcoin. No exterior as opções são muito maiores, você pode comprar quase de tudo e pagar com Bitcoin. Já no Brasil temos muito menos ... Saiba que existem sim, sites que aceitam Bitcoin, tanto no Brasil quanto no exterior. A moeda, cada vez mais popular no mundo, é aceita também como forma de pagamento de diversos serviços online. Agora, se você ainda não sabe onde pode fazer suas compras usando BTC, essa lista é para você. Lojas que aceitam Bitcoin (Internacionais) Mantendo tudo isso em mente, empresas e lojas que decidiram ficar com o Bitcoin são as seguintes: Expedia: uma empresa de viagens popular que agrega os preços de hotéis e voos para você gratuitamente, gratuitamente.; Overstock: Uma loja de compras on-line popular que vende praticamente tudo o que você precisa. Claro que além de lojas físicas e virtuais, também é possível se pagar por serviços utilizando Bitcoin. Confira alguns destes prestadores de serviços persentes no Brasil: Prestadores de Serviços que aceitam Bitcoin. BTCJam – Empréstimo de Bitcoins; PagueComBitcoin – Pagamento de Boletos e Recarga de Celular

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Lojas Que Aceitam Bitcoin no Brasil - YouTube

[ATUALIZADO 2020] POST COM A LISTA COMPLETA COM LINKS E MAIS OPÇÕES: 👉 https://www.guiashop.net/2013/08/lista-de-sites-do-brasil-que-aceitam-paypal-pagamento... De olho no futuro, o shopping também abre suas portas para a tecnologia e a inovação, se tornando o primeiro shopping do Brasil a aceitar Bitcoin em suas lojas através da máquina POS da ... 🔴 O Guia Básico da Bitcoin: o que é, como funciona, e suas vantagens! - Duration: 25:43. O Primo Rico 1,571,099 views. 25:43. Campus Party recebe o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin do ... Lojas Que Aceitam Bitcoin no Brasil e você não sabia. ===== 💻 TREINAMENTO ️ http://bit.ly/Aprender-Tudo-Sobre-Bitcoin BITCOIN - PREVISÃO DE PREÇOS PARA 2019, 2020, 2021 e 2022 - Duration: 8:19. Dinheiro Digital - Criptomoedas para iniciantes 29,252 views

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